Não sou Jesus,
não fui, nem serei!
Mas hoje eu também escrevi na areia.
Só o fiz para salvar um verso
que se afogava no oceano.
Era um verso insano,
que tinha um plano essencial à mim
De tão afogado,
as estrofes chegaram aos retalhos
e os verbos todos no egoísmo do subjuntivo.
Deu trabalho para puxá-lo com os dedos.
Mas meu maior medo, naquela hora,
era morrer.
Só queria, tão somente queria
ler sua idéia
e lavrar essa aletheia
para inflamar minhas motivações...
Nada aconteceu.
Veio uma marola e levou o verso inacabado.
Desespero? Estás enganado!
Ouvi mais um grito, outro chamado.
Era outro verso, morrendo afogado.
Diego Schaun – 25 de Novembro de 2010
Mais uma obra em harmonia plena dos teus UNIversos!! Parabéns poeta!
ResponderExcluirGostei. Abração amigo.
ResponderExcluirGostei muito de tua escrita, tua poética é forte, sensível.
ResponderExcluirObrigada por tua visita no meu espaço. Estou tentando atualizá-lo, e assim que conseguir já incluo o seu.
abraços poéticos
Certo Ana Lú! Agradeço a visita! Obrigado pela paciência. Abraços!
ResponderExcluirArtur meu caro! Abraços!
Aninha, minha linda! Vc é essencial!