Observa-se uma
caixa de recolhimentos.
A caixa absorve o olhar
e o olhar recolhe-se.
Daqui,
me debruço com uma boa inveja.
Miro a caixa para
ser absorvido pelos recolhimentos.
Sem resultado...
Secretam-me.
Secreto-me.
Decreto-me.
Sei quem sou!
Tenho quatro lados iguais.
(nada de vidro)
Recolho tudo,
desde olhares de humor aquoso
às piscadelas de meretriz.
Reconheço-me célula.
Célula gigante, prestes a explodir.
Antes de ver esta explosão,
observo-me uma caixa de recolhimentos,
descubro-me coração!
Diego Schaun – 26 de Janeiro de 2011
Viajei no texto. xD
ResponderExcluirBoa perspectiva e ideia...
Abraço!
Parabéns pelo espaço!
ResponderExcluirBom mesmo,voltarei e vou seguir.
Abraços.
ps.Obrigada pelo comentário no meu blog,espero que volte.
Diego
ResponderExcluirPassei por aqui e curti seus versos. Curta a jornada! Abs
Pedro
hei, obrigado pelo comentário no blog, primeiramente.
ResponderExcluirLi os dois últimos poemas e pretendo ler mais, são grandes poemas, gostei muito, este trecho me marcou em especial "Tudo isso não passa de uma brincadeira.
Eu era a venda da cabra
que de cega nada tinha."
Secreto-te.. rsrsrs
ResponderExcluirMona, Guilherme, Pedro, Judy e "DizCorra". Obrigadão. Obrigado pelos elogios. Os méritos são apenas da poesia. Ela fica, eu vou. Ela permanece, eu me destraio. Ela é perene e eu desconheço o amanhã!
ResponderExcluirDiego Schaun
Puxa, Diego! Você tem mesmo nas veias um tom poético fascinante. Estou te seguindo por aqui, tudo bem? Gostei muito do tom com que tu alinhas as palavras. Abraço poético!
ResponderExcluirPuxa, Diego! Você tem mesmo nas veias um tom poétco. Estou te seguindo por aqui, tudo bem?
ResponderExcluirGostei muito do modo como tu alinhas as palavras de um modo afável. Um grande abraço poétco!
Obrigado Carol! Obrigado mesmo. Abraços!
ResponderExcluir"Secretam-me.
ResponderExcluirSecreto-me.
Decreto-me.
Sei quem sou!"
TUDO!!!
Adorei suas poesias...Parabéns!!!
ResponderExcluirvisite meu blog ... tb tem muita poesia.
http://www.susimao.blogspot.com